Anna Colombo respondeu positivamente a uma corrente de e-mail visando diversas instituições europeias (presidência da Comissão e grupos do Parlamento Europeu) e o primeiro-ministro português, com o objectivo de protestar contra a chamada cláusula de excepção moral que permitirá ao governo polaco vedar aos seus cidadãos o acesso à justiça europeia sempre que considere estar em causa os "valores da família".